Conversa com a Doutora Joanna Haase

Gifted Education in the United States 

(Texto em Inglês e Português). 


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Dr. Haase talks about the importance of teacher training to understand twice-exceptional. She considers that it is something challenging and complex to work with students with twice-exceptional, for this reason, it is essential that teachers are able to identify the characteristics of these students and carry out appropriate services for these chidren.








Regarding Gifted Education, Dr. Haase points out that gifted students are often described as having a passion to learn, and will often derive great benefit from pursuing independent learning and having alternative assignments. Teachers will often restrict gifted students from doing these assignments, based on either a fear that the teacher will risk his or her own career if they fail to complete the state standards in a rigid manner, or the belief that gifted students will not be able to understand the material. Some teachers also use independent learning as a “reward” for classroom behaviors they deem good. Creativity is often cited as one of the hallmarks of giftedness. These children must be given the opportunity to think “outside the box,” and explore the possibility of no absolute reality in knowledge. The gifted child must have the opportunity to question, research, and explore in order to develop their divergent thinking skills. When this is denied, students will suffer academically, developmentally and emotionally. 







  Dr. Haase highlights that gifted children often have researched subjects on their own well before they have been presented in the classroom and, as such, will have opinions based on that research that differ from the watered down or simplified version presented in the classroom. Examples of this include students who have articulated their strong social justice opinions about the United States’ treatment of native Americans or environmental policies. These students have been censored in the classroom, expected to provide the “correct” answer as taught by the teacher when asked to define or explain a policy, and been punished by either not receiving credit for an answer that is more sophisticated (or more complete than the current grade curriculum), or being sent to the principal’s office for being disrespectful when the student passionately argues with greater information.

 

Information about Dr. Joanna Haase.

Site:  http://drjoannahaase.com/

 

 







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 A Doutora Haase fala sobre a importância da formação de professores para compreender os estudantes com dupla-excepcionalidade. Ela considera que é algo desafiador e complexo trabalhar com estes estudantes, por isso, é fundamental que os professores sejam capazes de identificar as suas características e realizar serviços adequados para essas crianças.






Em relação à Educação de Superdotados, a Doutora Haase salienta que os estudantes com altas habilidades costumam ser descritos como apaixonados por aprender e, muitas vezes, obterão grandes benefícios em buscar o aprendizado independente e ter atribuições alternativas. Os professores muitas vezes restringem os estudantes superdotados de fazer essas tarefas, com base no medo de que o professor arrisque sua própria carreira se não cumprirem os padrões estaduais de maneira rígida, ou na crença de que os estudantes superdotados não serão capazes de entender o material. Alguns professores também usam a aprendizagem independente como uma “recompensa” por comportamentos em sala de aula que consideram bons. A criatividade é frequentemente citada como uma das marcas da superdotação. Essas crianças devem ter a oportunidade de pensar “fora do padrão” e explorar a possibilidade de não haver realidade absoluta no conhecimento. A criança superdotada deve ter a oportunidade de questionar, pesquisar e explorar a fim de desenvolver suas habilidades de pensamento divergentes. Quando isso for negado, os estudantes poderão sofrer quanto ao seu desenvolvimento acadêmico e emocionalmente.

A Doutora Haase ressalta que crianças superdotadas geralmente pesquisam assuntos por conta própria muito antes de eles serem apresentados em sala de aula e, como tal, têm opiniões baseadas nessa pesquisa que diferem da versão atenuada ou simplificada apresentada em sala de aula. Exemplos disso incluem estudantes que articularam suas fortes opiniões de justiça social sobre o tratamento dos Estados Unidos aos nativos americanos ou políticas ambientais. Esses estudantes foram censurados em sala de aula, esperava-se que fornecessem a resposta "correta" conforme ensinada pelo professor quando solicitados a definir ou explicar uma política, e foram punidos por não receberem crédito por uma resposta mais sofisticada (ou mais completa do que o currículo da série ou ano atual), ou há casos de serem encaminhados para a sala do diretor por serem desrespeitosos quando os estudantes discutem apaixonadamente com mais informações.

 

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